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quarta-feira, 23 de julho de 2014

MIXVIDEOS .....

TA TRISTEEEE????? TA AÍ XAFURDARIA NOS COURO...... QUERO VER VC FIK TRISTE NESSA BAGAÇAAAAA!!!!!!!
QUERMAIS??? DA UMA OLHADINHA LÁ NO YOUTUBE: XAFURDARIA!!!























sábado, 19 de julho de 2014

WHATSAPP PERVERTIDO

Novo video da Xafurdaria!!!! assistam lá!!! https://www.youtube.com/watch?v=PkNc_UGfSQ8


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Anorexia e Bulimia na Adolescência

Anorexia e Bulimia na Adolescência



A anorexia e a bulimia são distúrbios alimentares dos quais o número de casos vem aumentando especialmente em adolescentes do sexo feminino e com boa condição socioeconômica e cultural. 

O desejo fixo pela magreza e a busca pelo corpo ideal são características fundamentais para entender esses dois distúrbios.

 As pessoas com estes transtornos têm em comum uma preocupação excessiva com o peso, medo de engordar e uma distorção da imagem corporal em que a pessoa não se vê conforme se apresenta na realidade.

ANOREXIA 

Caracteriza-se pela necessidade que a pessoa tem de diminuir o peso, recusando-se a comer e alegando falta de apetite. A recusa é voluntária e na fase inicial da doença, não ocorre uma perda real do apetite. Mais tarde o organismo pode acostumar-se com a pouca alimentação e a pessoa pode chegar até a inanição.

As pessoas que apresentam anorexia possuem uma dieta com a restrição de grupos alimentares, eliminando aqueles que julgam mais calóricos, mesmo apreciando esses alimentos. Essa restrição alimentar aumenta progressivamente, com diminuição do número de refeições, podendo evoluir drasticamente, até o jejum, desejando a todo custo ficar cada vez mais magro.

O anoréxico pode morrer em estado de desnutrição. Desidratados, os pacientes sofrem perda de eletrólitos, principalmente potássio, fundamental para o funcionamento muscular e cardíaco.

BULIMIA 

Caracteriza-se por episódios repetidos de compulsão alimentar seguidos de comportamentos compensatórios inadequados, tais como vômitos, uso indevido de laxantes, diuréticos e/ou outros medicamentos, jejuns e também pode associar exercícios excessivos. A pessoa sente uma fome excessiva, e em seguida, busca mecanismos para eliminar o alimento consumido. Neste transtorno há a compulsão alimentar que é a perda do controle sobre a ingestão dos alimentos, onde a pessoa ao se ver diante de alimentos "devora" tudo. Normalmente ela come sozinha e escondida, não se importando com o sabor da comida ou sua combinação.  Após o episódio compulsivo, sente-se culpada e com certo mal estar físico em razão da quantidade excessiva de alimentos ingeridos, ocorrendo-lhe a ideia de induzir o vômito para não engordar. Este comportamento lhe traz satisfação e alívio momentâneos e assim ela pensa em ter descoberto a forma ideal de manter o peso sem restringir os alimentos que considera proibidos.

O comportamento compensatório e inadequado de recorrer à indução do vômito, se dá com a utilização dos dedos, colheres ou cabo da escova de dentes e para escondê-lo a pessoa bulímica, muitas vezes, toma o cuidado de praticar o vômito debaixo do chuveiro para lavar o local e dar tempo para sumir o cheiro, pois se preocupa em esconder este comportamento. A frequência desses episódios é variável podendo ocorrer várias vezes em um único dia ou em uma semana. Diferentemente do anoréxico, o bulímico não tem desejo de emagrecer mas, pelo menos, manter o peso.

O paciente nem sempre emagrece. Ainda que ele induza o vômito ou use laxantes e/ou diuréticos, entre 30% e 50% da alimentação são absorvidas pelo corpo.

O bulímico pode morrer devido aos métodos purgativos há pacientes que chegam a vomitar 15 ou 20 vezes por dia que estimulam a desidratação e perda de eletrólitos.

CAUSAS

São várias as causas, mas alterações na dinâmica familiar como perdas, separação, nascimento de irmão ou acolhimento de novos membros podem desencadear a doença.

Em geral, os pacientes bulímicos ou anoréxicos, muito antes da doença estabelecida, já apresentam alguma alteração do comportamento: hábito de fazer dieta mesmo quando o peso é proporcional a estatura, crítica constante a alguma parte do corpo e insatisfação mesmo ao perderem peso, com diminuição gradativa de suas atividades sociais.

SINTOMAS

Fadiga, queda de cabelos, pele seca, constipação, dor abdominal, inflamações anais, dormência, intolerância ao frio, ausência dos ciclos menstruais e infertilidade são alguns sintomas predominantes. Ainda é possível encontrar aumento da ansiedade e da impulsividade, abuso de drogas ilícitas e álcool, promiscuidade sexual e risco de suicídio.

Juntamente com esses sintomas, é frequente o baixo rendimento escolar devido a falta de concentração, apatia, desânimo e sonolência que eles procuram justificar com outras causas, escondendo o verdadeiro motivo desses sintomas. Psicologicamente, pessoas com esses distúrbios possuem baixa autoestima, excessivo perfeccionismo, medo de mudanças, preocupações excessivas, hipersensibilidade, rigidez de caráter e conduta, dificuldade em expressar emoções, necessidade de ser aceita e agradar a todos e chamar a atenção.

TRATAMENTO

O tratamento se dá com ou sem internação e utiliza de equipe multiprofissional com intervenções medicamentosas, psicológicas e nutricionais.

Na maioria dos casos, o uso de medicamentos são destinados a corrigir as distorções do pensamento associados aos transtornos da imagem corporal e os sintomas depressivos associados às alterações do apetite, considerando-se ainda, as complicações devido aos distúrbios orgânicos provocados pelo transtorno. A introdução de alimentação parental pode se fazer necessária para reposição de oligoelementos, vitaminas e sais minerais bem como a adequação da dieta.

Ambas são doenças crônicas, de difícil controle. É necessário o acompanhamento a longo prazo e as recaídas são frequentes. O diagnóstico e o tratamento precoce podem fazer toda a diferença entre o fracasso e o sucesso terapêutico.

Contorne dez tipos de brigas de casal que são comuns em viagens

  • Lembre-se: as férias são para relaxar. Portanto, releve mais as coisas e aproveite o passeio

Viajar com o par, principalmente pela primeira vez, pode ser uma prova de fogo para muita gente. A convivência estreita, o cenário diferente e o vasto leque de opções que as férias oferecem parecem potencializar hábitos, manias e defeitos. Para que as férias não se transformem em pesadelo, veja quais são as principais encrencas que os casais costumam enfrentar nessas ocasiões.

Brigas em viagens
  • Escolha do roteiro 
    Nem sempre os desejos coincidem e, se são muito diferentes, provocam atritos. Para Quézia Bombonatto, terapeuta familiar e diretora da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia), o par deve avaliar vantagens e desvantagens de cada lugar. "Eles terão de entrar em um acordo. Mas quem cedeu deve aproveitar o passeio e perceber que, se aceitou a ideia, é porque viu vantagem na proposta", diz.
  • Bagagem 
    Um quer levar a casa junto, o outro só leva o necessário. Resultado: estresse com a bagagem a transportar e com a bagunça no hotel. Para o psicoterapeuta Ricardo Desidério, de Londrina (PR), os homens reclamam muito desse aspecto e deveriam relaxar. "Em vez de achar a mulher exagerada, pense que ela está sendo prevenida". E deixar que cada um cuide da própria mala é uma maneira de evitar brigas.
  • Horários 
    Um prefere madrugar, o outro prefere acordar mais tarde. Para Quézia Bombonatto, terapeuta familiar e diretora da ABPp, é comum esse tipo de desajuste já permear a relação de algum modo. Porém, numa viagem, o descompasso gera confusões. "Combine antes o que farão e procurem agradar os dois lados. Um dia eles podem descansar pela manhã, no outro, curtir. Essa troca contempla o desejo dos dois".
  • Compras 
    Nem todo mundo tem paciência para compras. Se um ama comprar e outro não, o que adora deve reservar um dia só para isso e deixar o outro livre para aproveitar um passeio do qual não faz tanta questão. "É bom que cada um possa investir tempo no que deseja. O casal não precisa ficar grudado. Férias são para relaxar, e não para marcar presença a contragosto", diz o psicoterapeuta Ricardo Desidério.
  • Pique 
    Um quer andar a cidade toda a pé, o outro não curte caminhar. O segredo é cada um ceder um pouco. "O casal precisa ver o que é possível cada um abrir mão para que os dois aproveitem", diz Quézia Bombonatto, terapeuta familiar. Para a psicóloga Sandra Mara de Castro e Souza Costa, da Clínica Dr. Família, de São Paulo (SP), as férias podem ser um bom exercício para aprender a tolerar e compartilhar.
  • Dinheiro 
    Despesas inesperadas e discordar sobre gastos com passeios são comuns em viagens. "Para evitar conflitos, planejem os gastos diários. E separe dinheiro para as despesas extras, que irão surgir. Afinal, ninguém sai para uma viagem com o dinheiro contado apenas para as refeições", diz o psicoterapeuta Ricardo Desidério. Anotar tudo, desde o início, também evita sustos.
  • Organização 
    Enquanto um não se importa com a bagunça do quarto, o outro faz questão de deixar tudo impecável. Para evitar picuinhas, combinem previamente que cada um deve tomar conta da sua mala. "Ambos devem tentar manter sua organização e, assim, não perder tempo", diz a terapeuta Quézia Bombonatto. Mas o melhor é relaxar, principalmente se estiverem em um hotel, onde tudo estará arrumado quando retornarem.
  • Filhos 
    De acordo com Quézia Bombonatto, terapeuta familiar, pai ou mãe sobrecarregados com cuidados com os filhos em viagens é um reflexo do que vem acontecendo em casa. "A colaboração tem que ocorrer sempre, deve fazer parte da rotina da família", fala a especialista. O casal precisa se acertar para que haja uma divisão justa de tarefas e, assim, ambos possam aproveitar o merecido descanso.
  • Imprevistos 
    Por mais que uma viagem seja planejada, podem acontecer imprevistos: bagagem perdida, cartão estourado, hotel ruim etc. É comum que um culpe o outro por "estragar" as férias. "Mantenha a impulsividade e a raiva sob controle, para não falar algo que possa magoar o par", diz a psicóloga Sandra Mara Costa. Levar na esportiva ajuda. Perrengues de viagens rendem boas histórias e fortalecem o vínculo.
  • Hábitos e manias 
    Se o casal não mora junto, viajar pode revelar uma visão bem real do par. Para o psicoterapeuta Ricardo Desidério, embora os momentos juntos sirvam para ter uma percepção de como é o outro, nem tudo deve ser levado a sério. "A viagem é algo particular. Extravasamos. Estamos ali para curtir". Tolerar hábitos irritantes ajuda a enxergar o que é insignificante.

Do oxford à sapatilha

Do oxford à sapatilha, veja como usar sapatos sem salto de forma elegante

Quem disse que sapatos sem salto não podem ser elegantes? Os calçados flats --como sapatilhas, docksides, rasteirinhas, mocassins, slippers, oxfords e alpargatas-- podem ser usados no trabalho, para passear ou mesmo em uma festa casual. Se quer dar um descanso para os pés sem parecer desarrumada, inspire-se nos looks a seguir